• O pessoal dos EUA relatou danos cerebrais e outros sintomas da misteriosa “síndrome de Havana”.
  • O diretor da CIA, Bill Burns, alertou os intelectuais russos sobre os casos, The Washington Post noticiou.
  • O alerta foi resguardado, sugerindo que os EUA não sabem se a Rússia está envolvida, de tratado com o relatório.

Nós sentimos muito! Encontramos um erro de sistema e, desta vez, não foi verosímil restaurar seu e-mail.

O diretor da CIA alertou a Rússia sobre as “consequências” se o país estiver por trás das doenças da “síndrome de Havana” que afligem os funcionários americanos em todo o mundo. The Washington Post noticiou, citando funcionários dos EUA.

Bill Burns deu o aviso em sigilo aos chefes das agências de segurança e lucidez da Rússia enquanto esteve em Moscou no início deste mês, informou o Post, citando autoridades não identificadas.

O Post observou que Burns moderou sua recado dizendo que as consequências viriam “se” fosse desvelado que a Rússia estava envolvida na doença de funcionários americanos.

O Post observou que os Estados Unidos não culpam a Rússia e que a forma porquê o aviso foi feito sugere que os EUA ainda não sabem a pretexto da doença ou se a Rússia teve qualquer papel.

Mais de 200 americanos em todo o mundo relataram um doença misteriosa com sintomas que incluem náuseas, dores de cabeça, tonturas e perda de memória. Alguns relataram danos cerebrais.

A pretexto permanece desconhecida e as teorias incluem uma arma de microondas.

Foi denominado de “Síndrome de Havana”, porquê foi relatado pela primeira vez entre funcionários dos EUA em Havana, Cuba, em 2016.

Os EUA estão trabalhando para tentar entender sua nascente.

Este item foi reescrito, traduzido de uma publicação em inglês. Clique cá para acessar a material original (em inglês)!