porquê se não tivéssemos motivos suficientes para odiar 2020, as Nações Unidas ofereceram mais um. Na quarta-feira, a ONU e a Organização Meteorológica Mundial divulgaram um relatório sobre o estado do tempo e, surpresa, surpresa, parece desolador. O ano do inferno está prestes a iniciar terceiro aquecedor no registro, os vírus são pulando da natureza para nos renhir e o mundo já aqueceu 1,2 graus Celsius desde os tempos pré-industriais.

“Em suma, o estado do planeta está quebrado”, disse o secretário-universal da ONU, António Guterres, em um exposição na Universidade de Columbia. “A humanidade está em guerra com a natureza.”

O relatório apresenta alguns dos efeitos mais devastadores e impactantes da mudança climática no ano pretérito. Fortes chuvas e inundações transbordaram grandes áreas da África e da Ásia, causando um calor escaldante mesmo nas regiões mais frias do mundo (uma cidade no Círculo Polar Ártico registrou uma temperatura de 100,4 graus em junho) e o Oceano Atlântico estabeleceu um recorde 30 furacões nomeados.

E até a humanidade bombardeado levemente menos dióxido de carbono na atmosfera este ano, porquê resultado dos bloqueios do COVID-19, a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera continua aumentando. O relatório afirma que os três principais contribuintes para o aquecimento global (dióxido de carbono, metano e óxido nitroso) atingiram novos níveis em 2020.

Embora os governos tenham feito grandes promessas sobre porquê combaterão a crise, essas promessas ainda não se tornaram ações para acomodar a magnitude do problema. “As políticas climáticas ainda precisam enfrentar o duelo”, disse Guterres. “As emissões são 62% mais altas do que quando as negociações internacionais sobre o clima começaram em 1990.”

De contrato com outro relatório publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio envolvente e seus parceiros, oito dos maiores produtores de combustíveis fósseis (incluindo Estados Unidos, Austrália, Índia e China) planejam aumentar sua produção de carvão, petróleo e gás em 2 por cento ao ano. Isso apesar do vestimenta de que a produção de combustíveis fósseis precisa disso solta 6% ao ano na próxima dez para manter o aquecimento aquém de 1,5 graus Celsius.

Esses oito países respondem por 60% do suprimento mundial de combustíveis fósseis e, se seguirem seus planos de força – a maioria dos quais já existia antes da pandemia – podemos proferir adeus à meta de 1,5 proporção. . O relatório também mostra que, apesar dos apelos generalizados para que a recuperação da pandemia do coronavírus seja “verdejante”, os países mais ricos do mundo (o G20) comprometeram muito mais quantia para estimular a produção e o consumo de combustível fóssil ( $ 233 bilhões) do que a promoção de força verdejante ($ 146 bilhões).

Os números pintam um quadro sombrio, mas a situação não é desesperadora. Guterres disse que os países deveriam iniciar a executar suas promessas com ações antes da próxima grande reunião climática em Glasgow dentro de um ano. “Cada décimo proporção de aquecimento é importante”, disse ele.

Este item foi reescrito, traduzido de uma publicação em inglês. Clique cá para acessar a material original (em inglês)!