Qual será o clima quando o próximo supercontinente da terreno for formado?

Há muito tempo, todos os continentes se acumulavam em uma grande volume de terreno chamada Pangéia. A Pangaea quebrou há muro de 200 milhões de anos, com seus pedaços se afastando das placas tectônicas, mas não permanentemente. Os continentes se encontrarão novamente em um porvir profundo. E um novo estudo, que será apresentado Em 8 de dezembro, durante uma sessão de pôster online na reunião da American Geophysical Union, foi sugerido que o porvir igrejinha deste supercontinente poderia afetar dramaticamente a habitabilidade da terreno e a segurança climática. As descobertas também têm implicações procurando vida em outros planetas.

O estudo, apresentado para publicação, é o primeiro a modelar o clima em um supercontinente no porvir profundo.

Os cientistas não têm certeza de qual será a figura do próximo supercontinente ou onde estará localizado. Uma possibilidade é que dentro de 200 milhões de anos, todos os continentes, exceto a Antártica, possam se unir em torno do Pólo setentrião, formando o supercontinente “Amasia”. Outra possibilidade é que “Aurica” ​​possa se formar de todos os continentes que se juntam ao volta do equador em muro de 250 milhões de anos.

uma vez que a terreno poderia ser distribuída no supercontinente Aurica (superior) ao largo da Amasia. As configurações futuras da terreno são mostradas em cinza, com os contornos atuais dos continentes para conferência. Crédito: Way et al. 2020

No novo estudo, os pesquisadores usaram um protótipo climatológico global 3D para simular uma vez que esses dois arranjos de volume de terreno afetariam o sistema climatológico global. A investigação foi liderada por Michael Way, um físico do Goddard Institute for Space Studies da NASA, afiliado ao Earth Institute da Columbia University.

A equipe descobriu que, ao mudar a circulação atmosférica e oceânica, Amasia e Aurica teriam efeitos profundamente diferentes no clima. O planeta poderia completar aquecendo 3 graus Celsius se os continentes convergissem em torno do equador no cenário Aurica.

No cenário Amasia, com a terreno acumulada ao volta dos dois pólos, a falta de terreno entre os dois quebra a esteira oceânica que atualmente transporta calor do equador para os pólos. uma vez que resultado, os pólos ficariam mais frios e ficariam cobertos de gelo o ano todo. E todo esse gelo refletiria o calor do espaço.

Com Amasia, “você obtém muito mais neve”, explicou Way. “Você tem camadas de gelo e obtém aquele feedback de gelo branco muito eficiente, que tende a diminuir a temperatura do planeta.”

Além das temperaturas mais frias, Way sugeriu que o nível do mar provavelmente seria mais subordinado no cenário Amasia, com mais chuva ligada aos mantos de gelo, e que as condições de neve poderiam valer que não haveria muita terreno disponível para plantações.

Aurica, por outro lado, provavelmente seria um pouco mais prateado, disse ele. A terreno concentrada mais próxima do equador absorveria a luz solar mais possante e não haveria calota polar refletindo o calor da atmosfera da terreno, portanto, a temperatura global mais subida.

Enquanto Way compara o litoral da Aurica às praias paradisíacas do Brasil, “o interno provavelmente seria muito sequioso”, alertou. Se grande segmento da terreno seria cultivável ou não, dependerá da distribuição dos lagos e dos tipos de padrões de precipitação que eles experimentam, detalhes nos quais o presente trabalho não se aprofunda, mas que podem ser investigados no porvir.

mapas de distribuição de neve e gelo em dois supercontinentes possíveis

Distribuição de neve e gelo no inverno e verão em Aurica (à esquerda) e Amasia. Crédito: Way et al. 2020

As simulações mostraram que as temperaturas eram adequadas para a existência de chuva líquida em aproximadamente 60% da terreno da Amasia, contra 99,8% da Aurica, achado que pode informar a procura por vida em outros planetas. Um dos principais fatores que os astrônomos procuram ao ocultar mundos potencialmente habitáveis ​​é se a chuva líquida poderia sobreviver ou não na superfície do planeta. Ao modelar esses outros mundos, eles tendem a simular planetas que estão completamente cobertos por oceanos ou de quem terreno se assemelha ao da terreno de hoje. O novo estudo, no entanto, mostra que é importante considerar os arranjos de volume de terreno enquanto estima se as temperaturas caem na zona “habitável” entre o frigoríficação e a fervura.

Embora possa levar dez ou mais anos antes que os cientistas possam prescrever a distribuição terrestre e marinha real nos planetas de outros sistemas estelares, os pesquisadores esperam ter uma livraria maior de arranjos terrestres e marinhos para na modelagem climática pode ser útil prezar os possíveis mundos vizinhos.

Hannah Davies e João Duarte da Universidade de Lisboa e Mattias Green da Universidade de Bangor no País de Gales são os co-autores desta pesquisa.


Este item foi reescrito, traduzido de uma publicação em inglês. Clique cá para acessar a material original (em inglês)!