direitos autorais da imagemGetty Images

legenda da imagemOs manguezais são uma proteção importante contra as mudanças climáticas

O governo brasílio de Jair Bolsonaro revogou os regulamentos que protegem os manguezais tropicais e outros ecossistemas costeiros frágeis.

Grupos ambientalistas chamaram a medida de “delito”.

Os manguezais são uma proteção importante contra as mudanças climáticas.

As políticas e retórica do presidente Bolsonaro sobre o meio envolvente causaram rebate generalizado e o líder de extrema direita foi indiciado de encorajar atividades ilegais.

A decisão removeu as chamadas “zonas de proteção permanente” criadas em 2002 para preservar os numerosos manguezais tropicais e as dunas de areia do Brasil. Foi tomada pelo recomendação vernáculo do Meio envolvente, chefiado pelo polêmico ministro do Meio envolvente, Ricardo Salles.

Grupos ambientalistas dizem que a remoção das regulamentações permitirá que incorporadores imobiliários limpem grandes áreas de habitats naturais para o turismo, o que pode levar à sua devastação.

“Essas áreas já estão sob intensa pressão da incorporação imobiliária”, disse Mario Mantovani, encarregado do grupo ambiental SOS Mata Atlântica.

“As regulamentações de 2002 pelo menos os protegeram de mais devastação”, disse ele à escritório de notícias AFP, chamando sua revogação um “delito contra a sociedade”.

  • Os vencedores com retrato mostram a fragilidade e a formosura dos manguezais

  • vaga de desmatamento na Amazônia brasileira

Um acre (4.000 pés quadrados) de floresta de mangue absorve quase a mesma quantidade de dióxido de carbono que um acre de floresta amazônica.

legenda multimídiauma vez que a floresta tropical ajuda a limitar o aquecimento global?

Desde que Bolsonaro assumiu o poder em janeiro de 2019, o Brasil tem sido atingido por crises ambientais, incluindo uma escalada do desmatamento e incêndios florestais.

Não é a primeira vez que o ministro do Meio envolvente, Ricardo Salles, é polêmico desde a posse.

Em uma gravação que vazou de uma reunião de gabinete em abril com o presidente, Salles disse que a pandemia do coronavírus era uma oportunidade de virar as regulamentações ambientais “agora que a mídia está falando somente sobre Covid”.

“Enquanto testemunhamos uma presente de devastação ambiental e o Brasil está em chamas, Salles está dedicando seu tempo para promover ainda mais devastação”, disse o grupo ambientalista Greenpeace em nota sobre as novas medidas.

tópicos relacionados

  • envolvente procedente

  • floresta amazônica
  • Brasil
  • Desmatamento da floresta amazônica
  • Jair Bolsonaro

Este item foi reescrito, traduzido de uma publicação em inglês. Clique cá para acessar a material original (em inglês)!