Quando um cliente se aproximou Bruno Zaitter com um pedido de uma escapada minimalista e sustentável no Brasil Balsa Nova, o arquiteto e professor brasileiro decidiram que a cargotecture seria o ajuste perfeito para o breve. Provando que menos pode ser mais, o arquiteto reciclou um contêiner de segunda mão em uma morada de 538 pés quadrados relativamente compacta, com um quarto, banheiro, sala de estar e jantar, cozinha e um terraço ao ar livre. Mais importante ainda, a estrutura, chamada Refúgio Purunã, mergulha na natureza o cliente com suas grandes paredes envidraçadas que abraçam vistas panorâmicas em todas as direções.

escadas que levam até o contêiner de remessa

Protegido no lado oeste por uma exuberante floresta nativa, o Refúgio de Purunã fica no pé de uma falha geográfica chamada Escarpa Denoviana e goza de privacidade, imersão na natureza e vistas do horizonte da cidade além. O projeto, concluído em 2016, baseia-se na experiência de Zaitter na reciclagem de contêineres de transporte em estruturas contemporâneas. Assim como seus antecessores, o Refúgio de Purunã é elevado do solo para reduzir o impacto no local.

Relacionado: Um moderno conjunto de fazendas minimiza o impacto do site no Brasil

interior forrado a madeira com paredes de vidro
espaço de estúdio com cama branca, prateleiras de madeira e assentos de bar em um balcão de madeira

Elevada a 3 metros do chão e acessível por escadas externas, a residência possui um contêiner de 12 metros de comprimento – compreendendo a área de dormir, uma parte da cozinha, a entrada e o banheiro com uma banheira de imersão – que foi ampliada por duas volumes de vidro em ambos os lados. A maior das duas caixas abriga a área de estar e de jantar, além de espaço para escritório; a caixa menor é um solavanco da cozinha que se estende para a floresta. Estendendo-se de noroeste a sudeste, o Refúgio Purunã é acessado a partir do lado norte, que leva a um terraço ao ar livre.

sofá cinza e grande cama branca em um espaço de estúdio
casa elevada com paredes de vidro

"O conceito do projeto era agrupar os universos essenciais da vida humana – comer, dormir, higienizar, trabalhar e socializar – em um espaço de cerca de 50 metros quadrados com o maior contato possível com a paisagem natural circundante", explicou Zaitter. “O maior desafio foi convencer as pessoas que ainda acreditam que espaço grande é igual a espaço confortável e que espaço pequeno é espaço desconfortável. O refúgio provou que menos é mais. ”

+ Bruno Zaitter

Fotografia de Sergio Mendonça Jr. via Bruno Zaitter

casa de contêiner reciclado com uma parede de vidro

Esta matéria foi traduzida e republicada. Clique aqui para acessar o site original.